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Wednesday, 9 November 2011
Sunday, 30 October 2011
Reflexão
Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...
by William Shakespeare
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...
by William Shakespeare
Tuesday, 11 October 2011
O Amor
O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estou a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
by Fernando Pessoa
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente
Cala: parece esquecer
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estou a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
by Fernando Pessoa
Sunday, 9 October 2011
Quantas Vezes?
Quantas vezes você se apaixonou sem que o outro jamais soubesse do seu amor?
Quantas vezes você abandonou alguém com medo de ser abandonado antes?
Quantas vezes você sofreu sozinho com medo de pedir ajuda e ficar "dependente" de alguém?
Quantas vezes você se afastou de um grande amor com medo de se comprometer?
Quantas vezes você não se entregou ao amor por medo de perder o controle de sua "liberdade"?
Quantas vezes você deixou de viver um grande amor com medo de sofrer de novo?
Pense nisso...
...e arrisque! É melhor tentar e perder do que viver na incerteza!
by Autor Desconhecido
Quantas vezes você abandonou alguém com medo de ser abandonado antes?
Quantas vezes você sofreu sozinho com medo de pedir ajuda e ficar "dependente" de alguém?
Quantas vezes você se afastou de um grande amor com medo de se comprometer?
Quantas vezes você não se entregou ao amor por medo de perder o controle de sua "liberdade"?
Quantas vezes você deixou de viver um grande amor com medo de sofrer de novo?
Pense nisso...
...e arrisque! É melhor tentar e perder do que viver na incerteza!
by Autor Desconhecido
Monday, 19 September 2011
Entre Mundos
Entre os Mundos
Que nos separam
E ao longo do percurso
Pelo qual caminho
Vou levando pela mão
Dos meus pensamentos
Uma flor
A flor que aponta
Na ponta de cada dedo
O destino
A outra metade do Mundo que persigo
A outra metade, teu Mundo
Que distante...
Caminha comigo
by Moisés Correia
Que nos separam
E ao longo do percurso
Pelo qual caminho
Vou levando pela mão
Dos meus pensamentos
Uma flor
A flor que aponta
Na ponta de cada dedo
O destino
A outra metade do Mundo que persigo
A outra metade, teu Mundo
Que distante...
Caminha comigo
by Moisés Correia
Friday, 5 November 2010
Nostalgia
A tarde passa
e a promessa dos anos
consiste à razão.
Toda plenitude
dos sonhos contidos
entre ti e viver.
Aquarela bendita
dos homens, tal verdade,
erudito saber
termo, sentimento
obscuro coração,
lenitiva saudade
arrebol de amor.
Súdito querer
sobretudo esplendor,
minh'alma cativa
em ti, adormece
ofuscada a distância,
breve, finita, amiúde.
Devoção e fantasia
regra dos sentidos
perecer obstante,
anseios contidos
amena alegria,
afável aos encantos,
outrora do óbvio.
Fecunda o porvir
póstuma nostalgia.
by Alvaro Sertano
e a promessa dos anos
consiste à razão.
Toda plenitude
dos sonhos contidos
entre ti e viver.
Aquarela bendita
dos homens, tal verdade,
erudito saber
termo, sentimento
obscuro coração,
lenitiva saudade
arrebol de amor.
Súdito querer
sobretudo esplendor,
minh'alma cativa
em ti, adormece
ofuscada a distância,
breve, finita, amiúde.
Devoção e fantasia
regra dos sentidos
perecer obstante,
anseios contidos
amena alegria,
afável aos encantos,
outrora do óbvio.
Fecunda o porvir
póstuma nostalgia.
by Alvaro Sertano
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